sábado, 21 de abril de 2012

Romance histórico

"O romance histórico é, por definição, o que mistura história e ficção, reconstruindo ficticiamente acontecimentos, costumes e personagens históricos. O romance histórico surge no início do século XIX,durante o romantismo. São vários os romances históricos que se celebrizaram como, por exemplo, Ivanhoe (de Walter Scott), Eurico, o Presbítero (de Alexandre Herculano) ou Guerra e Paz (de Tolstoi).Afirma Lukács que o romance histórico "exige não só a colocação da diegese em épocas históricas remotas, como uma estratégia narrativa capaz de reconstituir com minúcia os componentes sociais,axiológicos, jurídicos e culturais que caracterizam essas épocas".Memorial do Convento, de José Saramago, por exemplo, pode ser classificado como romance histórico (e também de espaço, social e romance de intervenção) ao oferecer-nos uma minuciosa descrição da sociedade portuguesa do início do século XVIII, marcada pela sumptuosidade da Corte, associada à Inquisição, e pela exploração dos operários, metaforicamente apreciados como se de tijolos setratassem para a obra do convento de Mafra. A referência à guerra da Sucessão, em que Baltasar se vê amputado da mão esquerda, a imponência bárbara dos autos de fé, a que não falta a "alegria devota", a construção do convento, os esposais da princesa Maria Bárbara, a construção da passarola voadora pelo Padre Bartolomeu de Gusmão e tantos outros acontecimentos confirmam a correspondência aproximada ao que nessa época ocorre econferem à obra a designação de romance histórico." Retirado da Infopédia

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

Um desafio....

Desafio

Este desafio foi lançado pela Ruthy do blog "Pereira`s Book`s" (Um beijinho para ti)


As perguntas:
1-O que é para ti uma boa livraria?

É uma livraria onde eu posso folhear os livros sentada no sofá a beber um cafezito.(Deve existir alguma;))

2-Qual o livro ou livros que mais te marcaram?

Foram vários mas adorei "As palavras que nunca te direi", "Viela da Duquesa" e "O Monte dos Vendavais".

3-Como começaste a gostar de ler?
Como? É Complicado, sei responder ao quando que foi um recomeço quando acabei o curso.
4-Que tipo de livros preferes?
Romances e Romances históricos. Mas isto é um pouco por fases.

5-Qual a tua opinião sobre as Feiras do Livro?
Não vou e não frequento, não tenho nada contra mas eu é que não vou.

6-Gostas de ir ver filmes baseados em livros que já leste?

Adoro.7-Gostarias de ter um programa sobre livros na TV? Que formato lhe darias?

Sim. Um programa de tertúlia literária, para todas as idades.

8-O que dirias a uma pessoa que não gosta de ler para a motivar para a leitura?

Ler é uma forma de viajar sentado no sofá.9-Se te dessem agora 100€ para gastares em livros, o que compravas?

Sinceramente não sei.10-Qual a tua opinião sobre os e-books?

Contra, gosto de tocar no papel e esfolhear as folhas do livro.

11-Que achaste destas perguntas?
Muito bem estruturadas e articuladas.


Quem quiser responder a estas ou elaborar outras;)

sábado, 7 de abril de 2012

Saudades dos blogues de leituras....tenho e são muitas!

Por vezes dou por mim a deambular na Internet a ver, na maior parte das vezes, os blogues de leitura. E muito honestamente sinto uma  nostalgia enorme, fico triste e dou por mim a questionar PORQUÊ?
A resposta é simples, quando entrei nestes meandros de blogues literários ou de leitura ( para o caso a que  me   refiro  tanto faz ), encontrei algo completamente diferente. Não quero com isto dizer que era melhor ou pior, mas era muito diferente. Eram verdadeiros espaços onde eu lia a opinião de um leitor e não era bombardeada com sinopses sem mais nada sobre o livro, apesar de já existirem os passatempos não era em todos os blogues e não havia o exagero de parcerias que agora existe. 
Eu sei que muitos de vós podeis estar a pensar esta tipa é doida, vem para aqui quando ela também fez o mesmo...pois é a diferença reside mesmo ai, fiz o mesmo quando entrei neste mundo mas voltei atrás e retomei o meu caminho.
Eu sei que os livros estão caros e que um dos motivos  principais das parcerias julgo a meu ver ser  exactamente esse.  Mas e o blog que tinha por objectivo colocar as opiniões literárias? O que é feito desse blogue?

Sinto a falta de poder deambular e tropeçar com frequência nas opiniões literárias dos leitores,  opiniões essas sem qualquer carácter publicitário por detrás. Este é um desabafo que estou a fazer de mim para mim não quero com isto ser menos grata com os leitores desses blogues que eu também gosto, mas acho que estão a tornar-se todos iguais.
Espero não ser mal interpretada...levem isto como uma atmosfera deambulante que está a tentar perceber melhor o que a rodeia.
Boas leituras!
   

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Santa Páscoa a todos...

São os votos do blogue Atmosfera dos livros...
Boas leituras e nada de amêndoas ;)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O espírito do amor de Ben Sherwood


O Espírito do Amor
de Ben Sherwood
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 248
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722335539
Coleção: Grandes Narrativas

Sinopse:
"O Espírito do Amor é o segundo romance de Ben Sherwood e conta a história de Charlie, um rapaz que aos 15 anos se depara com a morte do seu irmão mais novo, Sam. A amizade entre os dois irmãos é tanta e a dor da perda é tão grande que Charlie promete nunca abandonar o irmão e durante treze anos vivem numa espécie de limbo, onde ambos são felizes sem viverem plenamente. É então que o nosso protagonista conhece Tess, uma jovem navegadora por quem se apaixona e que o faz ver que existe muito mais para viver. Irá Charlie cumprir a promessa feita a Sam ou irá em busca do mundo desconhecido na companhia de Tess? Um romance apaixonante que avivará os sentimentos mais profundos do leitor." (retirado do site Wook)

Minha opinião:
Comecei a ler este livro já faz alguns anitos, não faço a mínima ideia qual foi o motivo de o colocar de parte. Contudo agora com a saída do filme, comecei a pensar seriamente em pegar nele novamente para acabar de ler e depois ver o filme. Então foi isso que fiz ontem à noite acabei de ler as 100 páginas que faltava, eu ler cem páginas é sem dúvida estranho...Mas o livro é lindo não sei o porquê de o ter colocado de parte, mas enfim fica para mais uma das minhas aventuras literárias.
A história é simples e agradável contudo como todas as histórias que metem a morte, acaba por se tornar triste, é um romance e chega.Charlie e Sam são irmãos e tem uma relação muito próxima que nem todos os irmãos têm. Sam mais novo 12 anos que Charlie morre num acidente e com a morte do seu irmão mais novo Charlie promete nunca mais o abandonar, nem que isso implique uma alteração total da sua vida.
O amor que une estes dois irmão torna a linha de separação entre a vida e a morte muito ténue, o que com que o Sam venha visitar o seu irmão ao longo de 13 anos. Sam recusa-se a deixar o crepúsculo da morte e partir e Charlie por sua vez recusa-se a deixar o irmão partir, isto até ao dia em que surge Tess. Esta rapariga rebelde e apaixonada por aventuras acaba por fazer com que Charlie se apaixone por ela e comece a visualizar a vida de uma outra forma... será que Charlie vai ter que escolher entre Tess e Sam?
Leiam o livro e se poderem depois vejam o filme.
_Classificação: 5_Muito Bom_
Boas leituras!

Ben Sherwood


Ben Sherwood, considerado o "o novo Nicholas Sparks" foi jornalista da NBC e da ABC News, tendo recebido vários prémios. Publicou artigos no New York Times e no Washington Post. Estudou em Harvard e Oxford, vive com a mulher em Nova Iorque e está a trabalhar num novo romance.(retirado do wook)
 

"A invenção de Hugo Carbret" de Brian Selznick

Primeira capa deste livro
A Invenção de Hugo Cabret
de Brian Selznick
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 544
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895575626
Coleção: 1001 Mundos

Sinopse
Órfão, guardião dos relógios e ladrão, Hugo vive por entre as paredes de uma movimentada estação de comboios parisiense, onde a sua sobrevivência depende de segredos e do anonimato. Mas quando, repentinamente, o seu mundo se encaixa - tal como as rodas dentadas dos relógios que vigia - com o de uma excêntrica rapariga amante de livros e o de um velho amargo, dono de uma lojinha de brinquedos, a vida secreta de Hugo e o seu segredo mais precioso são colocados em risco. Um desenho misterioso, um bloco que vale ouro, uma chave roubada, um homem mecânico e uma mensagem escondida do falecido pai de Hugo formam a espinha dorsal deste intrincado, terno e arrebatador mistério.
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Capa actual do livro
Minha opinião:
A Invenção de Hugo Cabret, do norte-americano Brian Selznick  O Livro chama atenção pela sua forma de ser impresso e do modo de contar a história pois o livro da uma visão cinematográfica ao leitor, deixando de lado a parte descritiva e dando lugar a parte visual que é pouca explorada pelos livros mais tradicionais. Um livro carregado de fantasia que combina na perfeição momentos de pura alegria com momentos tristes da vida de um rapaz órfão de 11 anos. Este livro tem uma maravilhosa particularidade de ter 294 páginas são puro desenho o que permite juntar a parte visual de desenho com a parte do prazer de ler.Quando comecei a ler este livro ele já tinha estado no cinema, quer dizer já estava no cinema e eu tive que decidir, ou comprar o livro ou ir directamente para o cinema (ainda para mais ia passar mesmo na próxima sessão). Claro está que como bibliófila que sou optei pelo livro e não me arrependo, nem por um momento de o ter feito. Claro que quando poder vou ver o filme mas certamente terei uma outra visão, bem diferente de quem não leu o livro.A sinopse conta já uma grande parte da história, posso dizer que nem tudo o que parece ser é realmente. O homem máquina vai reservar muitas surpresas... mesmo quem foi ver o filme ao cinema leia o livro. Até porque como já referi faz parte do Plano Nacional de Leitura do 3.º ciclo do ensino básico.
Classificação: 6_Excelente_

Brian Selznick

Brian Selznick é um autor e ilustrador de livros infantis, vencedor da Medalha Caldecott, nascido em 14 de Julho de 1966 em East Brunswick Township, Nova Jérsei, tirou a graduação na Escola de Design Rhode Island e trabalho por três anos no Eeyore's Books for Children, em Manhattan, enquanto trabalhava no seu primeiro livro, The Houdini Box.
Foto -Brian Selznick

terça-feira, 3 de abril de 2012

Harry Potter

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Retirado daqui

Concordo a 100%...

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Frase 1 do livro "Dez leis para ser feliz" de Augusto Cury

"Quem é exigente  com a qualidade dos produtos, mas não com a qualidade de vida, trai a sua felicidade..."
pág.23 
do livro "Dez leis para ser feliz" de Augusto Cury

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Que fofinho...

Adorei...fabuloso...


Fabuloso....amei!

Read books

Retirado daqui

domingo, 1 de abril de 2012

"O ano de 1993" de José Saramago



Título em Portugal:"O Ano de 1993"
Autor:José Saramago
1.ª Edição: 1987
Páginas: 128
Editor: Caminho
ISBN:  9789722102872
Ilustrações de Rogério Ribeiro

Sinopse
"«Editado pela primeira vez em 1975, a reedição da Caminho, doze anos depois, vem acompanhado pelos desenhos da pintora Graça Morais. São pequenas histórias a formarem uma só. Una e intacta. Poesia a lançar já pontes para a ficção. Sem rima, fraseada, falando do futuro da própria escrita do autor. Poemas de alerta, mas de esperança, também, apesar do desespero que reside no seu fundo ainda lírico e iniciático. ""O interrogatório do homem que saiu de casa depois da hora de recolher começou há quinze dias e ainda não acabou / Os inquiridores fazem uma pergunta em cada sessenta minutos vinte e quatro por dia e exigem cinquenta e nove respostas diferentes para cada uma / É um método novo / Acreditam que é impossível não estar a resposta verdadeira entre as cinquenta e nove que foram dadas / E contam com a perspicácia do ordenador para descobrir qual delas seja e a sua ligação com as outras / (...) / O homem que saiu de casa depois da hora de recolher não dirá porque saiu / E os inquiridores não sabem que a verdade está na sexagésima resposta / Entretanto a tortura continua até que o médico declare / Não vale a pena.""» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)"
Excerto
"O interrogatório do homem que saiu de casa depois da hora de recolher começou há quinze dias e ainda não acabou / Os inquiridores fazem uma pergunta em cada sessenta minutos vinte e quatro por dia e exigem cinquenta e nove respostas diferentes para cada uma / É um método novo / Acreditam que é impossível não estar a resposta verdadeira entre as cinquenta e nove que foram dadas / E contam com a perspicácia do ordenador para descobrir qual delas seja e a sua ligação com as outras / (...) / O homem que saiu de casa depois da hora de recolher não dirá porque saiu / E os inquiridores não sabem que a verdade está na sexagésima resposta / Entretanto a tortura continua até que o médico declare / Não vale a pena."

MINHA OPINIÃO

Sempre defendi que o facto de um escritor ser prémio Nobel não quer dizer que seja um excelente ESCRITOR e que consiga chegar a todos os leitores. Saramago enquadra-se neste leque de escritores que não são todas as pessoas que o entendem. Este foi a minha estreia com Saramago, talvez tenha escolhido mal, para quem tem a obra completa, mas a mão foi para lá e comecei a ler numa pausa de um livro mais grosso. Não gostei do que li, não percebi, não sou pudica mas acho que o tipo de linguagem escrita tinha muitos termos que poderiam ser evitados, claro está que esta é somente a minha opinião e não quero que seja mais do que isso.
Não vou desistir de Saramago, até porque tenho todos os seus livros e sei de alguns que devem ser muito bons. Afinal a obra de Saramago ganhou um prémio Nobel.
Boas leituras!

Classificação: 1 _ Não gostei mas terminei_

José Saramago _ Prémio Nobel em 1998_

José Saramago
Consagrado escritor português, José Saramago nasceu a 16 de novembro de 1922, em Azinhaga, no concelho da Golegã.
Ficcionista, cronista, poeta, autor dramático, coube-lhe a honra de ser o primeiro autor português distinguido com o Prémio Nobel da Literatura, em 1998, consagrando, no seu nome, o prestígio das letras portuguesas contemporâneas além-fronteiras. Atribuição tanto mais meritória quanto a sua existência encontrou sempre condições adversas à satisfação da sua sede de cultura, ao longo de um percurso biográfico pejado de obstáculos - José Saramago não pôde, por dificuldades económicas, prolongar os estudos liceais; depois de obter o curso de serralheiro mecânico, desempenhou simples funções burocráticas e conheceu, em 1975, o desemprego - que não o impediria, porém, nem de manter uma postura cívica exemplar, marcada pelo empenhamento político ativo, antes e após o regime salazarista, nem de, graças a um trabalho de autodidata, adquirir um saber literário, cultural, filosófico e histórico incomparável, nem de se tornar um dos raros escritores profissionais portugueses. Figura de primeiro plano da literatura contemporânea nacional e internacional, a sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas, sendo objeto de vários estudos académicos. Revelou-se como poeta com a coletânea ´Os Poemas Possíveis (1966), a que se seguiria Provavelmente Alegria (1970), desenvolvendo, simultaneamente, uma longa experiência como cronista, coligida nos volumes Deste Mundo e do Outro (1971), A Bagagem do Viajante (1973), As Opiniões Que o D. L. Teve (1974) e Os Apontamentos(1976). Destes dois registos fez o campo de ensaio, para, com 44 anos, encetar uma amadurecida carreira de romancista, que deixaria para trás experiências ficcionais ainda não suficientemente reveladoras, como Terra de Pecado, de 1947. Manual de Pintura e de Caligrafia e Levantado do Chão são os dois primeiros títulos de uma atividade romanesca que, concebida como registo privilegiado para uma interrogação sobre a relação entre o homem e a História, entre o individual e o coletivo, entre o escritor e a sociedade, nos anos 80, conhece um sucesso fulgurante, junto do grande público e da crítica especializada. É durante esta década que publica os títulos que o celebrizaram, como Memorial do Convento (1982), O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) ou A Jangada de Pedra (1986), e onde problematiza, de forma imaginativa e humorada, numa dinâmica narrativa livre (sem constrições, seja ao nível da expressão linguística, marcada, do ponto de vista formal, por uma estratégia de integração, sem marcas gráficas, do discurso dialogal das personagens e do narrador no fluxo contínuo do texto; seja ao nível da efabulação de personagens ou do tempo), as modalidades de ficcionalização do tempo histórico, quer remetido para um passado revisto a partir da atenção conferida às histórias reais ou sonhadas dos seres anónimos que construíram a História (Memorial do ConventoO Ano da Morte de Ricardo Reis), quer concebida como crónica de um futuro virtual que, sob a sua forma alegórica, não deixa de refletir uma inquietação sobre o presente (A Jangada de Pedra). Posteriormente publicou outras obras, de entre as quais merecem mençãoHistória do Cerco de Lisboa (1989), O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1992),Ensaio sobre a Cegueira (1996), Todos os Nomes (1997) e A Caverna (1999). A bibliografia de José Saramago abrange ainda textos teatrais (Que Farei Com este LivroA Segunda Vida de São FranciscoIn Nomine Dei) e o registo diarístico encetado com a edição de Cadernos de Lanzarote
José Saramago é comendador da Ordem Militar de Santiago de Espada desde 1985 e cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras Francesas desde 1991. Para além do prémio Nobel, foi galardoado com o Prémio Vida Literária, atribuído pela APE, em 1993, e com o Prémio Camões, em 1995. Em 1999 foi doutorado honoris causa pela Universidade de Nottingham, em Inglaterra, e em 2000 pela Universidade de Santiago, no Chile; e, em 2004, pela Universidade de Coimbra, em Portugal, e pela Universidade de Charles de Gaulle-Lille III, em França.
Morreu a 18 de junho de 2010, aos 87 anos, na sua residência na localidade de Tías, em Lanzarote, nas Canárias.

José Saramago. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2010.