quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Eu a ler...


Esta imagem define a minha forma de ler melhor do que eu alguma vez conseguiria fazer. 
Por este motivo eu vim a descobrir que só consigo ler um livro de cada vez, porque eu me adapto ao livro ou porque eu adopto o livro como fazendo parte da minha pessoa.
Quando leio entro no ambiente desse livro, no caso d`Os Pilares da Terra I eu estou no século XXI e XXII, logo não consigo ler um livro que retrata uma outra sociedade mais moderna do século XX e XXI, que é o caso de "Um casamento no Natal" . 
Por mais que queira ler dois livros ao mesmo tempo eu não consigo, admiro muito quem o consegue mas eu não sei viver duas realidades dispares no tempo e no espaço, mentalidades diferentes e modos de viver tão distintos, logo "Os Pilares da Terra I" que para mim está a ser uma boa surpresa, mas uma surpresa que requer uma entrega da minha pessoa ao livro.
Beijocas e Boas Leituras;)

domingo, 21 de outubro de 2012

Chegou a casa..."História Prodigiosa de Portugal" de Joaquim Fernandes

Tal  como tinha ficado combinado o autor do livro "História Prodigiosa de Portugal_Mitos e Maravilhas", Joaquim Fernandes, enviou um exemplar, com direito a dedicatória e tudo, para a minha pessoa. Desde já muito obrigada, quero que saiba que é o único livro que tenho autografado e com uma dedicatória. Aqui vão as fotos do meu livro e um muito obrigada ao escritor Joaquim Fernandes.







Agora vamos ao livro em si, ainda só li a Introdução_O imaginário prodigioso português_ e devo dizer que me abriu muito o apetite literário e estou desejosa para ler o livro. 
Neste momento estou a ler "Os Pilares da Terra-volume I" e depois vou ler o segundo volume, então pensei isto é muito tempo para poder ler este delicioso livro de Joaquim Fernandes, daí decidi ler em simultâneo, espero desta forma em breve _ não menos que um mês _ poder vir aqui dar a minha opinião sobre este livro, que segundo o que me parece é bastante interessante, pelo menos para quem gosta dos MITOS e das MARAVILHAS do Portugal de outros tempos, que é o meu caso.

Desde já deixo no ar uma sugestão para uma boa prenda de Natal, eu sei os livros estão caros, mas existe sempre aquela pessoa mais especial a quem oferecemos algo com um maior valor monetário, acreditem que é uma rica prenda para oferecer a quem gosta dos mitos e das maravilhas do nosso Portugal.
Mais uma vez, e porque nunca é demais, o meu muito obrigada Joaquim Fernandes.

Boas leituras! 

domingo, 14 de outubro de 2012

Nobel da Literatura 2012

Mo Yan 
Um dos mais celebrados escritores no seu país, embora não isento de polémica, Mo Yan faz habitar a sua obra de um humanismo compassivo, habitualmente centrado na ruralidade da localidade em que nasceu a 5 de Março de 1955, Gaomi, na província de Shandong. O escritor, que lançou o seu primeiro romance, Falling Rain On a Spring Night, em 1981, mereceu a mais nobre distinção do mundo da literatura por ser, segundo comunicado pelo comité do Nobel, um autor "cujo realismo alucinatório funde contos tradicionais, História e contemporaneidade". A sua escrita, como é aliás reconhecido pelo próprio, é grandemente influenciada por William Faulkner, Gabriel Garcia Marquez. 
A adaptação ao cinema de Milho Vermelho, em 1987, por Zhang Yimou e com a estrela Gong Li, filme determinante da chamada "Quinta Geração" que marcou uma nova era no cinema chinês, cimentou o seu estatuto na China e chamou a atenção do mundo. Traduções dos seus livros no Japão, França, Itália, Estados Unidos e Inglaterra cimentaram o seu estatuto internacional. Em Portugal, Mo Yan tem apenas um livro traduzido, Peito Grande, Ancas Largas, editado em 2007 pela Ulisseia. Publicada originalmente em 1995, a obra causou grande controvérsia na China devido ao teor sexual da história. Mo Yan foi obrigado a escrever uma autocrítica ao seu próprio livro, e, mais tarde, a retirá-lo de circulação. Esse episódio, aliado, por exemplo, à participação na cópia manuscrita de um discurso de Mao Zedong, em que este definia os parâmetros a seguir na arte e literatura chinesas, levou-o a ser considerado pelos opositores ao regime chinês como um autor alinhado, não independente. O pseudónimo Mo Yan, escolhido pelo homem nascido Guo Moye, significa em chinês "não fales". Dessa forma, ele que se diz sempre franco no seu discurso, lembrar-se-à constantemente de que não deve falar demasiado. Há outra leitura para o pseudónima, esta literária. Para Mo Yan, "um escritor deve enterrar os seus pensamentos e transmiti-los através dos personagens dos seus romances".

Em 2009, numa conferência na Feira do Livro de Frankfurt, respondeu às acusações de falta de independência perante o poder. "Um escritor deve exprimir crítica e indignação perante o lado negro da sociedade e a fealdade da natureza humana, mas não devemos recorrer a formas de expressão uniformes. Alguns poderão querer gritar nas ruas, mas devemos tolerar aqueles que se escondem nos seus quartos e usam a literatura para transmitir as suas opiniões".

Mo Yan abandonou os estudos muito jovem devido à turbulência causada pela Revolução Cultural e trabalhou numa quinta antes de, em 1973, se empregar como operário fabril. Alistou-se no Exército de Libertação do Povo Chinês (ELPC) três anos depois, iniciou-se na publicação em 1981 e, mais tarde, entre 1984 e 1986, estudou literatura na Academia das Artes do ELPC. Vencedor o ano passado do mais importante prémio literário chinês, o Mao Dun, Mo Yan é também vice-presidente da Associação de Escritores da China.

Entre a sua obra, onde se incluem dezenas de contos, destacam-se romances como The Garlic BalladsThe Republic of Wine, ou o supracitado Peito Grande, Ancas Largas. Segundo a Wikipedia, o seu penúltimo livro, Life And Death Are Wearing Me Out, foi escrito em apenas 43 dias, inscrevendo os mais de 500 mil caracteres do manuscrito original em papel chinês tradicional e usando apenas tinta e pincel. O último, Frog, incide sobre os abortos forçados que resultam da política estatal de controlo de natalidade ("um casal, um filho"). 

Este é o quarto prémio atribuído pela Academia Sueca em 2012 depois do Nobel da Medicina (John Gurdon e Shinya Yamanaka), da Física (Serge Haroche e David Wineland) e da Química (Robert Lefkowitz e Brian Kobilka). Na sexta-feira será atribuído o Prémio Nobel da Paz.(retirado do site da internet aqui )

Selinho para o blog Ghost Reader


Este selinho foi feito com muito carinho para o blog Ghost Reader...quem não conhece passe lá e não se vai arrepender.
Sigam o blog e não se vão arrepender... http://ghostreader1.blogspot.pt/

Beijocas amiguinha e tudo de bom com muitas leituras à mistura.

sábado, 13 de outubro de 2012

Happiness is simple....

Tumblr_mb6j8unnt71qfe5kto1_500_large
Para quê complicar as coisas do nosso dia a dia, viver é na verdade simples, nós Homens é que temos uma tendência para complicar as coisas, os actos mais banais. Viver um dia de cada vez, lembrando sempre que o de ontem já foi, e se algo correu mal, ou menos bem, já não existe nada a fazer. O dia de amanhã pode ser planeado, mas nunca muito, para que depois não fiquemos tristes, por não ter conseguido fazer o que tanto queríamos. Hoje é que é o dia que ontem foi o futuro e amanhã será o passado por isso coloquemos amor e carinho em tudo aquilo que vamos fazer para que seja bem feito e não simplesmente feito.

Adorei a imagem que postei aqui para os meus amigos verem e lerem, neste momento só tinha que alterar duas coisas, ups quatro, uma é a falta de chuva e logo eu que adoro chuva, não tenho gato, mas gostava de ter, as pipocas e chocolate ;) não posso comer e por fim como já li a saga do Harry Potter, substituía pelo livro que estou a ler "Pilares da Terra-Volume I", que estou a gostar bastante, aconselho vivamente.

Boas leituras;)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Sinceramente...ao que chegamos;)


Esta imagem está o máximo...pelo menos fez-me rir e sorrir....;)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Eu não faria melhor...




Esta é a melhor das listas que eu vi e na qual me enquadro na perfeição...pena tenho que nem sempre seja possível, contudo estou  a passar uma óptima fase em que digo sempre More Books and a note book & pen.


Quando vi esta imagem na internet tive que a postar aqui é obrigatório dividir isto com os meus companheiros e também para mais tarde recordar...

Boas leituras!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Metade do Objectivo literário atingido...super feliz....

Estou super feliz, nunca tinha lido tantos livros num tão curto período de tempo, é certo que no início deste ano propus ler 100 livros mas muito sinceramente, pensava de mim para mim se chega-se a metade já era uma maravilha. E está aqui a maravilha cumprida, li os cinquenta livros, mas ainda faltam outros tantos para o objectivo ser atingido. Se a minha vida continuar como até aqui acho que leio os 100 ou quem sabe mais mas se der a volta que eu desejo, logo veremos...
Boas leituras;)

A minha opinião sobre o livro "Desculpa lá, Mãe" de Rita Ferro e Marta Gautier


Desculpe Lá Mãe!
de Rita Ferro e Marta Gautier
Edição/reimpressão: 2002
Páginas: 244
Editor: Dom Quixote
ISBN: 9789722021524
Coleção: Obras de Rita Ferro

Sinopse:
"Desculpe lá, Mãe! é o livro que Rita Ferro escreveu em pareceria com a filha, Marta Gautier, a partir de cartas verdadeiras, partilhando dificuldades de relacionamento, de diálogo e de aceitação, com uma abordagem leiga e uma clara intenção pedagógica.
À data, nem a Autora previu que este livro pudesse tornar-se, também ele, um best-seller, e muito menos um SOS para mães e filhas. Mas a procura que obteve junto de um público exigente, prova-nos que Rita Ferro, além de cronista, além de romancista, está também habilitada, pela sua própria experiência de mãe e de mulher, a falar em nome da sua geração.
Um livro que dá uma resposta sensível aos problemas que atormentam, isolam e revoltam os jovens." (retirado do site wook)

Minha Opinião:
Ainda me recordo de quando comprei este livrinho, estava a leccionar na escola de Alter do Chão e faltava-me uma disciplina para acabar o curso. Curso esse que tirei em Évora. Quando me ligaram a dizer que tinha passado eu não quis acreditar e dirigi-me para a cidade universitária para ver com os meus olhitos que na realidade tinha passado, e mais do que isso tinha concluído o meu curso.
Foi desta forma que este livro entrou na minha vida, tinha prometido a mim própria que se passa-se comprava este livro, que na época se falava muito, dirigi-me ao hipermercado da zona e comprei. Tendo regressado a Alter do Chão, tomei um duche e vesti uma coisa quentinha, sentei-me em cima da minha caminha e duas horas depois tinha acabado o primeiro de muitos livros que se seguiram após a licenciatura.

Quando decidi reler este livro, foi como reviver aquele dia, que foi um dos mais felizes até hoje.

"Desculpa lá, Mãe" é um livro de cartas trocadas entre uma mãe e uma filha, acima de tudo entre duas gerações distintas. É um livro que me cativou porque no fundo reflecte sobre as diferenças e os contrastes das duas épocas. Constitui um dos muitos registos possíveis de um diálogo entre gerações; nele, filha e mãe vencem as barreiras da idade para conferir pontos de vista. 
Só por aqui podemos verificar que é um livro com um carácter didáctico.  Aproveitam assim para debater os mais variados temas da actualidade, deixando-nos a nós, leitores, duas visões diferentes da mesma realidade: a de uma jovem estudante de psicologia com 20 anos e a de uma mulher madura e vivida com cerca de 50. 
  Do amor à droga, da televisão aos estudos, do sexo à religião, passando pelos pequenos-grandes dramas chorados na adolescência, um livro espontâneo e sem artifícios que, à margem da literatura e da própria pedagogia, passa em revista muitas das questões que magoam os filhos e comprometem os pais.

Extractos:

"A solidão de um adolescente impressiona-nos, mas a verdade é que é sempre através desse processo doloroso que, devidamente acompanhados por nós, encontrarão um caminho."


"Mas, acredita, Mariana: também os adultos crescem e essa é uma realidade que vocês, rapazes e raparigas, precisam de compreender.

Desculpa: tenho a perfeita noção de que talvez não seja uma mãe pedagogicamente correcta; mas também tenho a certeza de que aquilo que ainda enche o meu coração, como me perguntas, continuas a ser tu, tu e o teu irmão, com essa vossa demanda da vida e essa vossa teimosia em procurar beleza e grandeza num mundo que insiste em mostrar-vos a sua face mais feia"

Classificação: Gostei 3 em 5.


Boas leituras;)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Marta Gautier _ A Escritora _

Marta Gautier
Marta Gautier nasceu em Lisboa em 1976. Estudou Psicologia no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, especializando-se em Psicologia Clínica, com formação em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica. Lecciona no IADE a cadeira de Teoria da Percepção Visual e exerce clínica, entre outros, no Centro de Recursos Humanos e Psicomotores.Em 1998, publicou o seu primeiro livro Desculpe lá, Mãe, em co-autoria com a sua mãe, Rita Ferro, estreando-se sozinha, em 2001, com o romance Tanto Que Eu Não Te Disse. Oriunda de uma família ligada à escrita, além de ser filha da escritora Rita Ferro, Marta Gautier é neta do escritor e ensaísta António Quadros e bisneta da poetisa Fernanda de Castro e de António Ferro, jornalista, escritor e político e um grande promotor da cultura portuguesa e do movimento artístico moderno.


Rita Ferro _ A Escritora_

Rita Ferro

Escritora portuguesa, Rita Maria Roquette de Quadros Ferro Ochôa, filha do destacado ensaísta António Quadros e neta da escritora Fernanda de Castro e de António Ferro, um dos editores da Revista Orpheu, nasceu a 26 de Fevereiro de 1955. Frequentou um colégio de freiras onde terminou os seus estudos. Findos estes, Rita Ferro, não se sentindo atraída pelos bancos da Universidade, fez um curso de Design de Interiores do IADE, Instituto de que seu pai foi fundador.
Com apenas 20 anos, exercia já o cargo de redactora de publicidade nas Selecções do Readers Digest que manteve 22 anos e durante os quais assinou alguns dos seus trabalhos com pseudónimos - Marta Neves e Lúcia de Abreu.
A estabilidade aqui adquirida como Directora de Promoção não "aprisionou" Rita Ferro que, fascinada pelo gosto de novas experiências, muda de editora e assume um trabalho de freelancer na Editorial Verbo.
Com 35 anos, viu publicado o seu primeiro livro "Nó na Garganta" cuja venda ultrapassou os 50 mil exemplares. Dois anos mais tarde, edita "O Vestido de Lantejoulas", cujo êxito vai abrir as portas a diversos convites para colaboradora nas revistas Marie Claire, Ler e TV Guia e nos Jornais Semanário, A Capital e Diário de Notícias.
Diversificando a sua actividade, Rita Ferro, leccionou a cadeira de Publicidade Redigida no Instituto de Artes Gráficas, Design e Marketing, participou em conferências e colóquios e colaborou com o Programa 2 da RTP, apresentando "Quem conta um conto", com a emissora radiofónica TSF, através de "As Crónicas de Escárnio e Maldizer" e com a Rádio Renascença dando folgo e vida às "Conversas de Sala".
Escritos alguns textos dramáticos, de que se destaca "O Bom Partido", a autora agarra definitivamente a ficção e edita os títulos "O Vento e a Lua - História de Uma Vagabunda", "Uma Mulher não Chora", "Os Filhos da Mãe" e "A Meia-Irmã". As suas crónicas jornalísticas são compiladas sob o título "Por Tudo e Por Nada".
O bom relacionamento com a sua filha, Marta Gautier, vai proporcionar uma parceria na autoria do livro "Desculpe lá ,Mãe", no qual é feita uma abordagem das actuais relações entre mães e filhas e através do qual a autora pretende, conforme ela mesma refere "partilhar a ...experiência com as outras mães". Também em parceria, mas desta vez com a sua irmã Mafalda Ferro, elaborou a fotobiografia "Retrato de Uma Família: Fernanda de Castro, António Ferro e António Quadros". É autora também de "Por instinto".

sábado, 6 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Filme "Jogos de Fome"

Josh Hutcherson
Jennifer Lawrence

Pois é  após a leitura do do livro "Jogos de Fome" veio a visualização do filme no sistema filmes online na internet. Devo referir que estava com um pouco receosa, isto porque, como gostei muito do livro podia desiludir-me com o filme, o que me acontece a maior parte das vezes. Contudo tal como o livro o filme também está magnífico. Adorei os cenários acho que estavam muito bem conseguidos, a interpretação de Jennifer Lawrence, no papel de Katniss Everdeen e de Josh Hutcherson que encarnou a personagem Peeta. Filme realizado por Gary Ross,  nascido em 03 de novembro de 1956, é  escritor, director e actor. Ficou conhecido por ter dirigido "Peasantville" e "Seabiscuit", ambos contaram com Tobey Maquire no papel principal.


Aconselho vivamente a visualização deste filme que certamente vai entrar para o grupo dos melhores filmes de ficção científica.Só um conselho, e quem já me vai conhecendo pelas minhas opiniões certamente perceberá, quem faz intenção de ler o livro e ver o filme, recomendo que façam primeiro a leitura e depois vejam o filme.

Por esquecimento não atribui classificação ao livro por isso aproveito para atribuir agora. ADOREI- 5 estrelas 

Boas leituras e bons filmes;)