terça-feira, 18 de agosto de 2015

O escritor Vasco Ricardo

Vasco Ricardo
«Vasco Ricardo nasceu no ano de 1981, em França mas é em Portugal que gosta de estar. Nem sempre viveu em Famalicão; cresceu em Matosinhos e formou-se em Viana do Castelo. Pratica Aikido, uma arte marcial japonesa. Raramente se sente cansado, se bem que certas particularidades do quotidiano o vão arreliando. Acha piada a moralistas, principalmente os que são imorais. Ainda não descobriu a verdadeira razão pela qual sente vontade de escrever, mas jura que um dia o fará.»retirado do Goodreads


A bloguer Morrighan teve a oportunidade de entrevistar o escritor Vasco Ricardo, esta encontra-se no seu blog com o mesmo nome  Morrighan.

Após um pedido à Morrighan para postar essa entrevista aqui no blog, ela aceitou, desde já agradeço, o meu muito obrigada Morrighan.

Aqui fica a entrevista que poderá também ser lida no blog  Morrighan onde encontraram opiniões excelentes desta bloguer, que eu sigo.

A entrevista foi retirada na integra sem qualquer alteração da minha parte.

«Hoje apresento-vos mais um autor português que recentemente lançou o seu segundo livro. Apesar de o primeiro ter saído há pouco tempo, Vasco Ricardo não dá descanso à sua veia literária e hoje fala-nos um pouco sobre ele e sobre as suas obras. Muito obrigada pela disponibilidade e pela simpatia :) 
Fala-nos um pouco sobre ti:
Sou uma pessoa espontânea por natureza e tento passar para o papel essa faceta, pois julgo ser isso o que revela a verdadeira essência do ser humano; e eu tenho orgulho da minha essência. Gosto de ler. Gosto de sushi e de francesinhas. Não gosto de moralismo. Adoro o Porto e tenho uma paixão por Paris. Quando estou maldisposto prefiro calar-me do que chatear os outros. Gosto de pensar e, agora uma revelação, de escrever.
Como caracterizas o teu estilo e ritmo de escrita?
Tudo o que tenho feito gira em torno do thriller ou do romance com acção. Tento descrever sem exagerar; preocupo-me em adaptar aquilo que conto às personagens e não o inverso; tento dar intensidade durante todo o enredo.
O ritmo de escrita tem a ver com a disponibilidade. Se tiver tempo, geralmente à noite, ligo o pc e escrevo. Tem sido assim desde que comecei a desenvolver a primeira ficção.
Quais as tuas maiores influências e motivações?
Tudo me motiva, principalmente a vontade de ter algo para dizer, frequentemente disfarçado num enredo que se possa ler de forma fluída e descomplexada. Basicamente, são as coisas boas de vida que me fazem escrever, e muitas vezes mostro as más, para valorizar o que realmente interessa.
Da mesma forma tudo me influencia. Contudo, tenho descoberto que o que escrevo é muito diferente daquilo que leio, o que é curioso.
Já tens uma obra lançada 'A Trama da Estrela'. O que nos podes contar sobre ela?
'A Trama da Estrela' envolve um plano, atendados a várias cidades europeias, acção e três adolescentes bem humorados que tropeçam nesta conspiração.
Tens recebido feedback dos leitores?O feedback tem sido óptimo. Existe cada vez mais curiosidade em torno do livro precisamente pelo facto de os leitores gostarem. Isso é, para mim, um sentimento incrível.
Brevemente estará disponível mais um livro teu 'O Diplomata'. Em que é que a experiência de escrita do livro anterior contribuiu para este? Sentiste alguma evolução?
Sim. É impossível não sentir uma evolução quando se tenta ser melhor do que no dia anterior. Apesar de ter escrito outras três ficções no intervalo de ambos, julgo que se notam algumas particularidades que os distinguem, apesar de, na minha opinião, a 'impressão digital' estar lá. Mas as próprias histórias são distintas, 'O Diplomata' é suposto ser mais sério e maduro e menos rebelde. Também isso pode contribuir para que seja visto de forma diferente. 
A experiência marca e contribui sempre tanto nesta como em qualquer outra área da vida. Mudamos constantemente; se para melhor ou para pior, isso já é outro tema de conversa.
Qual o público alvo das tuas obras?
Não tenho um público alvo definido para as minhas ficções. Quando crio uma história tento fazê-lo de forma a que ela possa ser lida por qualquer pessoa. Depois existem as personagens. No caso de 'A Trama da Estrela', sendo parte dos protagonistas jovens, talvez os adolescentes e os adultos mais novos ou rebeldes possam achar mais piada ao livro. Contudo, grande parte da acção não envolve essas mesmas personagens. Quanto a 'O Diplomata', penso que não haja um público definido ou restrito.
Como foi o processo de edição? Encontrar uma editora que apostasse num novo autor, foi fácil?
Existem algumas editoras que apostam em novos autores. Foi fácil encontrá-las, mas foi difícil obter uma proposta justa para todas as partes. 
Que projectos tens em mente para um futuro próximo?
Os projectos são sempre muitos. Com alguma frequência sou visitado por ideias novas. Com o assimilar das mesmas vou decidindo se valem a pena ser exploradas ou não. No início de Novembro terminei uma ficção que foi escrita depois de 'O Diplomata'. Já no primeiro dia de 2013 tenciono iniciar uma nova ficção. Depois vê-se aquilo que será publicado ou não.
Pergunta da praxe: O que achas do blog Morrighan?
Existem muitos blogues válidos e de qualidade. Entre esses encontra-se o blog Morrighan, mas que se distingue, e vejo isso com muito agrado e interesse, por uma particularidade: dar visibilidade ao que se faz em Portugal. »
retirado daqui

Livros publicados de Vasco Ricardo:
Conta com contos de outros escritores e de Vasco Ricardo

Boas leituras!

2 comentários:

  1. Olá,
    Não conhecia o autor, mas foi bom ficar a conhecer um bocadinho mais sobre ele! :)
    Beijinhos.

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    1. Olá,
      A nossa colega Bloguer entrevistou-o e fez a gentileza de me ceder a entrevista para o meu blog.
      Achei que seria interessante divulgar mais este novo escritor português.
      Beijinhos e boas leituras.

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