sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Luís Abreu fala sobre o lançamento do seu livro "AVC Do Amor"

Dia 16 lancei o meu novo livro «AVC Do Amor». Lancei-o quase até ao Funchal. Estou a brincar. Foi um dia cansativo (ainda por cima estava engripado), mas muito alegre. Para lá da alegria que é lançar um livro, há a que deriva de ver a família mais próxima, a mais distante e os amigos. Para além de que os lançamentos são como os funerais: todos dizem bem do morto. Os meus lançamentos até acabam como os funerais americanos. Não há é bebidas alcoólicas.
Jamais vou esquecer este lançamento. Foi tremendamente emotivo. A presença, oficial, da Associação Salvador, com uma pessoa que eu não conhecia, mas que imediatamente me cativou; as coincidências com a vida da representante da editora; conhecer quem eu só conhecia da Net; ver a emoção da minha namorada quando se leu determinada passagem do «AVC Do Amor»; a leitura de algumas palavras minhas escritas para a ocasião (palavras lidas pelo orador principal – já que eu tenho muita dificuldade em falar e que aqui reproduzo). Em conjunto com a emoção natural que deriva de estar a publicar um livro, tornaram inesquecível todo o momento.

Palavras ditas em meu nome:
“Quero agradecer a toda a gente por ter vindo.
Um agradecimento muito especial ao professor Américo por esta apresentação, à Ana por tudo o que fez por este projeto e à Associação Salvador por ter acreditado nele.
Também muito especial é o agradecimento a toda a minha família (pais, irmã e cunhado). E também aos que estão menos próximo: virem de tão longe para aqui estar tem um significado maior do que podem imaginar.
Agradeço também a todas as pessoas que já promoveram ou encomendaram o livro e a quem ainda o vai fazer.
Se, por motivos óbvios, este já era um livro especial para mim, a parceria com a Associação Salvador tornou-o ainda mais especial. Como a maioria de vocês sabe 50% do lucro das vendas deste livro reverte para a Associação. Pelo que ao comprar o livro estão a ajudar, também, a Associação a continuar o magnífico trabalho que desenvolve. Espero que, com a vossa ajuda, me seja possível doar uma quantia significativa.
Não vos quero maçar com um discurso demasiado longo, até porque não estão aqui para isso, mas acho importante referir que este livro começou por ser um relato da minha história, mas rapidamente degenerou em algo mais, algo que só lendo poderão descobrir.
Queria pedir desculpa pois tinha planeado entreter-vos cantando e dançando, mas a gripe atacou-me as articulações e não mo permite. Fica a intenção.
Reitero o meu sincero obrigado a todos. Atualmente, os dias mais felizes que tenho são estes. Não só pelo significado que tem lançar um livro, mas também por vos ver a todos.”

Cumprimentos,
Luís Abreu

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