Ao Encontro do Destino
de Amy Hatvany
Edição/reimpressão:2014
Páginas: 368
Editor: TopSeller
ISBN: 9789898626653
Preço:16,91
Comecei a ler:01-08-2015
Terminei de ler:02-08-2015
Sinopse:
«Hannah perde a filha de 12 anos num acidente. Através da doação do fígado da filha, Hannah consegue salvar a vida de uma adolescente um pouco mais velha, Maddie.
Saída da redoma de proteção em que vivia por causa da doença, Maddie ganha uma nova esperança de vida para enfrentar, por fim, o desafio do mundo real.
Olivia, a sua mãe, é vítima da violência do marido, mas planeia um dia fugir de casa com Maddie sem que isso implique perder a custódia da filha.
Numa história arrebatadora e profundamente comovente, os caminhos destas três mulheres vão cruzar-se e as suas vidas irão alterar-se para sempre.
Um extraordinário olhar sobre a dor de três mulheres e a esperança que persiste quando se sobrevive ao inimaginável.» retirado do site wook
Saída da redoma de proteção em que vivia por causa da doença, Maddie ganha uma nova esperança de vida para enfrentar, por fim, o desafio do mundo real.
Olivia, a sua mãe, é vítima da violência do marido, mas planeia um dia fugir de casa com Maddie sem que isso implique perder a custódia da filha.
Numa história arrebatadora e profundamente comovente, os caminhos destas três mulheres vão cruzar-se e as suas vidas irão alterar-se para sempre.
Um extraordinário olhar sobre a dor de três mulheres e a esperança que persiste quando se sobrevive ao inimaginável.» retirado do site wook
Críticas de Imprensa...
«Amy Hatvany leva o leitor a refletir sobre uma multiplicidade de assuntos a morte, a doação de órgãos, as famílias monoparentais, os maus tratos e o amor-próprio , trabalhando cada tema com sensibilidade e compaixão.»
Kirkus Reviews
«À semelhança de Jodi Picoult, Amy Hatvany retrata com sensibilidade momentos da vida real, mantendo o leitor fascinado até à última página. Um livro que permanecerá consigo.»
Allison Winn Scotch
«Amy Hatvany é uma voz nova e forte na ficção feminina contemporânea.»
Kristin Hannah
Kirkus Reviews
«À semelhança de Jodi Picoult, Amy Hatvany retrata com sensibilidade momentos da vida real, mantendo o leitor fascinado até à última página. Um livro que permanecerá consigo.»
Allison Winn Scotch
«Amy Hatvany é uma voz nova e forte na ficção feminina contemporânea.»
Kristin Hannah
Booktrailer:
Minha opinião:
Terminei mesmo agora a leitura deste livro e estou ainda um pouco em estado de choque.
O livro é simplesmente maravilhoso, tem uma escrita excelente, a escritora é brilhante, fiquei rendida a Amy Hatvany, ainda bem que peguei neste livro para o Desafio-Férias.
Mas não é de todo uma leitura leve, desengane-se quem pensa que estamos perante uma história cor de rosa entre três amigas. Não! É um livro emocionalmente pesado, que retrata temas fortes, tais como: perda precoce de uma filha; doação de órgãos, como reage a família dadora e a família receptora; violência doméstica; bulling.
Tudo temas do nosso dia a dia, que nos enchem os telejornais e que por vezes não prestamos a devida atenção, pois afinal não é connosco. Mas se nos lembrarmos que afinal podia ser um de nós, a situação muda de figura. Podia ter sido eu a dar autorização ao médico para desligar o suporte básico de vida da minha filha de 12 anos, porque ela já está em morte cerebral e assim os seus órgãos podem ser aproveitados para outras crianças que podem morrer a qualquer momento, será que o faria?
Podia ser eu a vítima de violência doméstica, porque no fundo eu até amo o meu marido, e se me divorciar dele, ele tem tanto dinheiro que eu vou ficar sem a custódia da minha filha. Então talvez seja melhor aguentar até ela ser maior de idade para pedir o divórcio.
É fácil para quem está por fora das situações dizer ai se ele me bate eu saiu de casa. Até que ponto não estão algumas mulheres dependentes dos seus maridos e filhos que as obriga a ter de suportar torturas físicas, e pior que estas, são as psicológicas. Se fosse comigo como seria? Depois de ler este livro tudo o que tinha como certo, ficou abalado. Por vezes as pessoas tomam decisões na vida em minutos ou até em horas, para as quais têm que responder durante toda uma vida. Mas isto só acontece se não tiver dentro dela força para dizer chega, acabou, terminou aqui.
Porque a violência doméstica é crime e mata.
Este é um livro que recomendo vivamente a todos, mas as pessoas mais sensíveis eventualmente devem estar preparadas para uma leitura que não é de forma alguma leve. A escritora não poupa o leitor aos relatos dos acontecimentos, dos sentimentos, das dores da perda, não poupa o leitor de nada. Por isso fica só o aviso, apesar do livro ser simplesmente brilhante,é um livro forte.
A mim corroeu-me as entranhas, por vezes parecia que estava dentro das cenas sentada numa cadeira a tentar dizer, ou fazer algo, mas afinal estava só a ler um excelente livro.
Esta foi a leitura mais forte que fiz este ano.
Recomendo vivamente a sua leitura.
O livro é simplesmente maravilhoso, tem uma escrita excelente, a escritora é brilhante, fiquei rendida a Amy Hatvany, ainda bem que peguei neste livro para o Desafio-Férias.
Mas não é de todo uma leitura leve, desengane-se quem pensa que estamos perante uma história cor de rosa entre três amigas. Não! É um livro emocionalmente pesado, que retrata temas fortes, tais como: perda precoce de uma filha; doação de órgãos, como reage a família dadora e a família receptora; violência doméstica; bulling.
Tudo temas do nosso dia a dia, que nos enchem os telejornais e que por vezes não prestamos a devida atenção, pois afinal não é connosco. Mas se nos lembrarmos que afinal podia ser um de nós, a situação muda de figura. Podia ter sido eu a dar autorização ao médico para desligar o suporte básico de vida da minha filha de 12 anos, porque ela já está em morte cerebral e assim os seus órgãos podem ser aproveitados para outras crianças que podem morrer a qualquer momento, será que o faria?
Podia ser eu a vítima de violência doméstica, porque no fundo eu até amo o meu marido, e se me divorciar dele, ele tem tanto dinheiro que eu vou ficar sem a custódia da minha filha. Então talvez seja melhor aguentar até ela ser maior de idade para pedir o divórcio.
É fácil para quem está por fora das situações dizer ai se ele me bate eu saiu de casa. Até que ponto não estão algumas mulheres dependentes dos seus maridos e filhos que as obriga a ter de suportar torturas físicas, e pior que estas, são as psicológicas. Se fosse comigo como seria? Depois de ler este livro tudo o que tinha como certo, ficou abalado. Por vezes as pessoas tomam decisões na vida em minutos ou até em horas, para as quais têm que responder durante toda uma vida. Mas isto só acontece se não tiver dentro dela força para dizer chega, acabou, terminou aqui.
Porque a violência doméstica é crime e mata.
Este é um livro que recomendo vivamente a todos, mas as pessoas mais sensíveis eventualmente devem estar preparadas para uma leitura que não é de forma alguma leve. A escritora não poupa o leitor aos relatos dos acontecimentos, dos sentimentos, das dores da perda, não poupa o leitor de nada. Por isso fica só o aviso, apesar do livro ser simplesmente brilhante,é um livro forte.
A mim corroeu-me as entranhas, por vezes parecia que estava dentro das cenas sentada numa cadeira a tentar dizer, ou fazer algo, mas afinal estava só a ler um excelente livro.
Esta foi a leitura mais forte que fiz este ano.
Recomendo vivamente a sua leitura.
Classificação:5 estrelas no Goodreads
Excertos:
«Uma linha vermelha invisível une aqueles que estão destinados a conhecerem-se, não obstante a hora, o lugar e as circunstâncias. A linha pode ser puxada ou emaranhar-se, mas nunca será cortada.»
- Provérbio chinês
«E então Hannah sorri, apercebendo-se de que, embora a tristeza consiga destruir rapidamente uma vida, um momento de bondade, um ato puro e simples de perdão, pode salvá-la com a mesma rapidez.» pág.347
- Provérbio chinês
«E então Hannah sorri, apercebendo-se de que, embora a tristeza consiga destruir rapidamente uma vida, um momento de bondade, um ato puro e simples de perdão, pode salvá-la com a mesma rapidez.» pág.347
Boas Leituras!




