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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Opinião do livro "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald

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Título em português: ”O Grande Gatsby”
Título original: “The Great Gatsby”
Livro de Bolso
Autor: F. Scott Fitzgerald
Edição/reimpressão: Agosto de  2011
Páginas: 224
Editor: 11 X 17
ISBN: 9789722523417


Sinopse
Justamente considerada uma das mais importantes obras de ficção do século XX, O Grande Gatsby é um retrato notável da era dourada do jazz em toda a sua decadência e excessos. Pelos olhos do provinciano Nick Carraway, conhecemos a história do misterioso Jay Gatsby, um milionário que subiu na vida a pulso, movido pela paixão quixotesca que nutre pela jovem Daisy, uma rica herdeira bela e frívola. A sua obsessão por ela fá-lo reinventar-se para por fim poder reclamar a sua amada, numa autêntica encarnação do sonho americano. Porém, o reencontro de ambos acaba por desencadear uma série de acontecimentos trágicos, com Gatsby a ser vítima não apenas da sua ambição, mas da insensibilidade e falta de valores que imperam na sociedade americana da época.

A minha opinião:
Nick acha que consegue reatar a ligação amorosa entre Daisy e Gatsby, que tiveram a sua oportunidade no passado mas seguiram caminhos diferentes, a vida dela mudou com o passar dos anos e Gatsby foi para a guerra. O protagonista da história de uma forma imprevisível, está determinado para ver Gatsby e Daisy reatarem um romance, cria toda uma trama, pois a guerra fora o autor dessa separação, e assim Nick faz uso de muitas anedotas que sempre são o limite entre a realidade e a ilusão. Devido a essa ilusão romântica Jay Gatsby procura ainda Daisy que em última instância contribui para a queda dele e o fim trágico do romance.
Certa tarde num passeio que Gatsby, Daisy, Nick, Jordan e Tom (marido de Daisy e que tem uma amante) fazem com que todo o passado venha ao de cima; a deslealdade, desconfiança, risco e luxúria manifestam-se, primeiro com a discussão em torno dos sentimentos de Daisy e a declaração de Gatsby para Tom que Daisy e Gatsby sempre se amaram, embora casada com Tom, após muita discussão, Daisy muito nervosa, resolve ficar com Gatsby e, dirige o carro de volta a mansão é nesse instante que a Sra. Wilson discute com seu esposo, e a condução a alta velocidade de Daisy, acaba por matar a senhora Wilson que se joga na frente do carro e morre. O seu marido Sr. Wilson fica desesperado, contudo, mais tarde Tom procura Sr. Wilson e conta que o carro que atropelou Myrtle Wilson, a sua esposa foi o do Gatsby. Na posse desta informação Wilson vai atrás de Gatsby, acabando por disparar a  arma de fogo contra Gatsby e suicida-se em seguida . A vítima que é ninguém mais que a figura central do livro, o próprio Jay Gatsby.
Devo dizer que gostei muito deste livro que como li na internet, algures quando decidia se lia ou não este romance: ”O romance vai num ritmo cambaleante, e Nick Carroway termina onde ele começou; no mesmo princípio do romance, e fecha... com uma representação dos sentimentos dele de admiração relativo a Gatsby, homem que muitos conheciam enquanto podia proporcionar divertimento e na hora de seu enterro não havia quase ninguém que fosse desperdir-se.[BR] Simone Andrea S.F.”
Este não é o primeiro livro que leio deste escritor e devo dizer que ambos me surpreenderam pela positiva, o outro livro foi "O Estranho caso de Benjamin Button" foi tal como este adaptado ao cinema, tenho que os ver pois os livros são fabulosos. Mais uma bela descoberta no ano de 2011.

Classificação: Gostei muito_4 em 6
Boas Leituras;)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

"O Estranho caso de Benjamin Button" de F. Scott Fitzgerald

Título original:"The Curious Case of Benjamin Button"
Título em Portugal:"O Estranho caso de Benjamin Button"
Autor: F. Scott Fitzgerald
Tradução: Fernanda Pinto Rodrigues
2.º Edição:Janeiro de 2009
Páginas: 76
Editor:Editorial Presença
Colecção Grandes Narrativas
ISBN: 9789722340533
Sinopse
Na génese deste conto publicado pela primeira vez em 1922 terá estado, segundo F. Scott Fitzgerald, uma observação de Mark Twain em que o escritor lamentava que a melhor parte da vida fosse ao início e a pior no fim. Assim nasceu Benjamin Button, mas, como o leitor poderá começar a adivinhar, para grande desgosto e estupefacção de todos os envolvidos, o «pequeno» Benjamin vem ao mundo com a aparência, o tamanho e as peculiaridades de um homem de 70 anos… O Estranho Caso de Benjamin Button inspirou uma adaptação ao grande ecrã.
Críticas de imprensa
«[...] há sempre algo de terno que se liberta destas frases de Fitzgerald, como se ele quisesse dizer que comece a vida por onde comece, o final é sempre o mesmo, mas o importante é aquilo que fazemos com os dias do meio.»
José Riço Direitinho, Público
«Um dos prazeres de reler as histórias de Fitzgerald é redescobrir como são de facto boas.» The New York Review of Books 

«Mais do que suficiente para reeleger Fitzgerald como mestre do conto.» The Philadelphia Inquirer 

«Fitzgerald é um escritor [...] e consegue encantar um mundo desencantado.» Die Zeit

Minha Opinião:
Muito honestamente não fazia parte dos meus planos literários a leitura deste livro, até porque ando na onda de escritores portugueses. No entanto, e como eu costumo dizer, não somos nós que escolhemos os livros mas eles que nos escolhem. Tenho este livro na minha estante desde 2009, nunca lhe prestei muita atenção, no meu intimo só queria ler o livro antes de ver o filme, mas quando não sabia.
Chegou a hora de o livro me escolher e certamente não podia ter sido a melhor. Adorei este conto de F.Scott Fitgerald, simplesmente maravilhoso. Uma história simples que teve momentos em que senti compaixão pelo pobre Benjamin e outras em que achei uma enorme piada. Não é um livro que possa desenvolver muito sem ter que tocar na história. Benjamin nasce velho e morre bebé...no mínimo estranho. Mas para além da estranheza imaginemos que isto acontecia mesmo interior da nossa família...Qual seria a nossa reação? A sociedade estaria preparada? Pois para além de um conto belíssimo, faz-nos pensar sobre alguns aspectos da vida humana. Será que a diferença ainda choca e ainda é renegada?  
Uma leitura simples que tem momentos de riso e outros de introspecção, aconselho vivamente. Agora tenho que ver o filme;)

Classificação: 5/7(Muito Bom)
Boas leituras!

F. Scott Fitzgerald



Francis Scott Fitzgerald (24 de setembro de 1896, Saint Paul, Minnesota - 21 de dezembro de 1940, Hollywood) foi um escritor americano.Fitzgerald é considerado um dos maiores escritores americanos do século XX. Suas histórias, reunidas sob o título Contos da Era do Jazz, refletiam o estado de espírito da época. Foi um dos escritores da chamada "geração perdida" da literatura americana.Francis Scott Key Fitzgerald nasceu em Saint Paul, Minnesota, nos Estados Unidos, em 24 de setembro de 1896. Oriundo de família católica irlandesa, ingressou na Universidade de Princeton, mas não chegou a se formar. Durante a primeira guerra mundial, alistou-se como voluntário. Começou a carreira literária em 1920, com This Side of Paradise (Este Lado do Paraíso), romance que lhe deu grande popularidade e lhe abriu espaço em publicações de grande prestígio, como a Scribner's e o The Saturday Evening Post. Seu segundo romance, The Beautiful and Damned (Os Belos e Malditos), foi publicado em 1922.Com a esposa, Zelda Sayre, que introduziria um componente trágico na vida do escritor (em 1930 foi internada num hospício), Fitzgerald mudou-se para a França, onde concluiu o terceiro e o mais célebre de seus romances, The Great Gatsby (1925; O Grande Gatsby). Essa obra, uma das mais representativas do romance americano, descreve a vida em alta sociedade com uma aguda reflexão crítica. Em 1934 publicou Tender is the Night (Suave é a Noite), romance pungente que o autor considerava sua melhor obra.Com a saúde já abalada pelo alcoolismo, Fitzgerald mudou-se então para Hollywood, onde trabalhou como roteirista cinematográfico. Em 1939 começou a escrever seu último romance, The Last Tycoon (O Último Magnata), publicado postumamente em 1941. A obra era sua última tentativa de retratar a personalidade de um grande artífice do "sonho americano".(retirado da Wikipédia)