Quase Romance
de Miguel Sousa Tavares
Há viagens sem regresso nem repetição.
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 128
Editor: Oficina do Livro
ISBN: 9789895554645Sinopse
"Depois de "Equador" e "Rio das Flores", ambos campeões de vendas em Portugal, Miguel Sousa Tavares regressa com um novo romance, que promete conquistar os leitores este Verão!" retirado na integra do site Wook
“Esta história que vos vou contar passou-se há vinte anos. Passou-se comigo há vinte anos e muitas vezes pensei nela, sem nunca a contar a ninguém, guardando-a para mim, para nós que a vivemos. Talvez tivesse medo de estragar a lembrança desses longínquos dias, medo de mover, para melhor expor as coisas, essa fina camada de pó onde repousa, apenas adormecida, a memória dos dias felizes.” retirado na integra do site Wook
Minha opnião:
Li este livrinho mal ele saiu e foi o primeiro e o único que li de Miguel Sousa Tavares, não que não tenha gostado pelo contrário adorei mas porque a mão ainda não se deslocou na direcção dos restantes livros deste escritos na extença estante.
Em relação a este livro, adorei, gostei de tudo, do enredo escolhido, da forma como é contado ao leitor, das personagens e acho que até atravesei o deserto no jipe com os dois, no meio dos sacos cama, das tendas e das latas de conversa para se alimentarem. Adoro quando tenho a sensação que estou ao lado das personagens do livro que estou a desfolhar, a maravilhosa sensação de que a partir de ums dada altura a minha respiração se confunde com a deles, o facto de quase me sentir sufocada num dos quarto onde eles ficaram instalados, isto só significa que com certeza vou voltar às leituras do Miguel Sousa Tavares.
Excertos:
Uma das anotações que tenho aqui no livro após esta frase, que vou transcrever da página 51: "-A terra pertence ao dono, mas a paisagem pertence a quem a sabe olhar.
e era assim connosco naqueles dias, também. Éramos donos do que víamos:até onde o olhar alcançar, era tudo nosso. E tínhamos um desreto inteiro para olhar." Sobre esta frase e eventualmente em algum contexto escrevi que : Somos donos do que vemos do que dizemos e as nossas acções pertencem-nos.
"...Aprendi a dar tempo aos outros para olharem..."pág.50
"...Crei que estaria como tu estavas naquele dia, o mesmo olhar perplexo perante a vastidão daquele cenário:há alturas em que a beleza é tão devastadora que magoa..."pág.50
;)Boas Atmosferas;)
“Esta história que vos vou contar passou-se há vinte anos. Passou-se comigo há vinte anos e muitas vezes pensei nela, sem nunca a contar a ninguém, guardando-a para mim, para nós que a vivemos. Talvez tivesse medo de estragar a lembrança desses longínquos dias, medo de mover, para melhor expor as coisas, essa fina camada de pó onde repousa, apenas adormecida, a memória dos dias felizes.” retirado na integra do site Wook
Minha opnião:
Li este livrinho mal ele saiu e foi o primeiro e o único que li de Miguel Sousa Tavares, não que não tenha gostado pelo contrário adorei mas porque a mão ainda não se deslocou na direcção dos restantes livros deste escritos na extença estante.
Em relação a este livro, adorei, gostei de tudo, do enredo escolhido, da forma como é contado ao leitor, das personagens e acho que até atravesei o deserto no jipe com os dois, no meio dos sacos cama, das tendas e das latas de conversa para se alimentarem. Adoro quando tenho a sensação que estou ao lado das personagens do livro que estou a desfolhar, a maravilhosa sensação de que a partir de ums dada altura a minha respiração se confunde com a deles, o facto de quase me sentir sufocada num dos quarto onde eles ficaram instalados, isto só significa que com certeza vou voltar às leituras do Miguel Sousa Tavares.
Excertos:
Uma das anotações que tenho aqui no livro após esta frase, que vou transcrever da página 51: "-A terra pertence ao dono, mas a paisagem pertence a quem a sabe olhar.
e era assim connosco naqueles dias, também. Éramos donos do que víamos:até onde o olhar alcançar, era tudo nosso. E tínhamos um desreto inteiro para olhar." Sobre esta frase e eventualmente em algum contexto escrevi que : Somos donos do que vemos do que dizemos e as nossas acções pertencem-nos.
"...Aprendi a dar tempo aos outros para olharem..."pág.50
"...Crei que estaria como tu estavas naquele dia, o mesmo olhar perplexo perante a vastidão daquele cenário:há alturas em que a beleza é tão devastadora que magoa..."pág.50
;)Boas Atmosferas;)
